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O que é isto?
POETRIX & POEMÍNIMOS - Lílian Maial
 


Sobre-viver
Lílian Maial
 
Na lembrança de infância
a casa é palafita
entre a vala e o mau cheiro
apenas o sonho
e um vaso sem flores
encantando o dia
qual bosque sem fada.

texto

 Escrito por Lílian Maial às 17h31 []



RECICLÁVEL
[Lílian Maial]

Sou folha em tuas mãos.
Dou-te a sombra e o ar que respiras.
Torna-me eterna em tuas letras!


texto

 Escrito por Lílian Maial às 16h34 []



MAIS QUE QUERER
Lílian Maial
 
lá, onde o céu se joga ao mar,
num barco de amor e desejo, 
anjo marinheiro
 

texto

 Escrito por Lílian Maial às 08h06 []





 Enigmático

Lílian Maial


 depois da chuva
 o sol do teu sorriso:
 reflexos de felicidade
 

 


texto

 Escrito por Lílian Maial às 08h04 []



Eis a questão...     
Lílian Maial
Sei que tenho direito à chance de ser tudo, 
já que sou todas. 
Sei que mereço a glória de ser tua, 
já que sou tanto. 
Então por que não caibo na palma de tua mão, 
no canto do teu sorriso 
e no fundo do teu coração? 
texto

 Escrito por Lílian Maial às 09h33 []



ESTRANGEIRA                                                                                                                                    Lílian Maial

Hoje não me reconheço,

nem reflexo, nem sombra.

Apaguei-me as pegadas.

Deixei que o amor me castigasse

mais que o tempo.

A cada dia, despeço-me de mim.

Eu, que me fui antes

mulher e terra,

agora resisto pó.

texto

 Escrito por Lílian Maial às 09h22 []



SO-ÇOBRO                                                                                                                                   Lílian Maial

Tento não me entregar à tristeza.
Luto, como náufraga, pela superfície.
Mas as palavras afundam meu peito,
feito um cardume de punhais certeiros.

texto

 Escrito por Lílian Maial às 09h19 []



MARÉ                                                                                                                                     Lílian Maial

Há algo de sofrimento
nas ilusões que crio.
Anseio por tua voz
e teu abraço,
mas toda vez surge a crueza do não:
teu corpo mar,
tua mente ostra,
e eu, rochedo,
aguardando que me atinjas.

texto

 Escrito por Lílian Maial às 09h15 []




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